O homem caminha indiferente ao que sofre, ao que morre, ao que geme. O tempo corre indiferente às dores, aos amores, às vertigens. O Sol nasce indiferente às possessões, às riquezas, aos poderes. O mar permanece indiferente aos navios, aos barcos, às tormentas. O vento invade, indiferente, os telhados, os coqueiros, as esperas.
Indiferente o homem, o tempo, o Sol, o mar e o vento. Indiferente eu aos meus sonhos, aos meus desejos. Indiferente eu a mim mesma.
Indiferentes ao tempo ao Sol ao mar ao vento... Não, aos meus sonhos, aos meus desejos e anseios! "a alma não é pequena" Somos como deuses: indiferentes ao resto, Mas não a nós mesmos!
INDIFERENÇA
ResponderExcluirO homem caminha indiferente ao que sofre, ao que morre, ao que geme.
O tempo corre indiferente às dores, aos amores, às vertigens.
O Sol nasce indiferente às possessões, às riquezas, aos poderes.
O mar permanece indiferente aos navios, aos barcos, às tormentas.
O vento invade, indiferente, os telhados, os coqueiros, as esperas.
Indiferente o homem, o tempo, o Sol, o mar e o vento.
Indiferente eu aos meus sonhos, aos meus desejos.
Indiferente eu a mim mesma.
Albina Morais Cordella
Indiferentes ao tempo ao Sol ao mar ao vento...
ResponderExcluirNão, aos meus sonhos, aos meus desejos e anseios!
"a alma não é pequena"
Somos como deuses: indiferentes ao resto,
Mas não a nós mesmos!
Marcia Maria